segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

Aniversário


Olá pessoal!

Gostaria de compartilhar com vocês, neste mês de janeiro, fizemos 2 anos de existência, a RA CONSULTORIA e seu BLOG!

É um momento de comemorar e de agradecer aos amigos, colegas, clientes, seguidores, família, entre outros!

Parabéns à todos nós, entusiastas da QUALIDADE!

Abraços
Roberta Aquino

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

A empresa e o avião

Analogia entre a empresa e o avião, consiste que ambos estejam em controle constante, de outra forma a tragédia será inevitável.

No avião os controles tem que estar sempre a disposição em qualquer hora que for necessário, com a funcionalidade confiável e no tempo hábil. O mesmo ocorre com a empresa.

A função do comandante do avião e de sua tripulação é seguir regras rígidas de procedimentos para que os objetivos definidos sejam atendidos sem nenhuma anormalidade, ou seja, o passageiro chegue ao destino são e salvo.

A função do dirigente da empresa e de seus funcionários é seguir regras rígidas de procedimentos para que os objetivos definidos sejam atendidos sem nenhuma anormalidade, ou seja, o cliente receba seu produto na data e em conformidade acordada.

O Comandante tem a sua disposição o painel de controle com todos os indicadores para controlar e tomar as decisões que melhor lhe convém. O Dirigente tem a sua disposição um sistema de gestão com todos os indicadores para controlar e tomar as decisões que melhor lhe convém. Tanto o painel de controle quanto o sistema gestão, são indicadores desde que sejam alimentados de informações.

O sucesso do vôo está em uma boa checagem dos indicadores, através do check list como por exemplo:

  • Pré partida;
  • Partida dos motores;
  • Pré taxi;
  • Pré decolagem;
  • Pós pouso;
  • Corte dos motores;
  • Pós decolagem;
  • Cruzeiro;
  • briefing de aproximação IFR;
  • Pré pouso.

O sucesso da empresa está em um bom gerenciamento dos indicadores, através do check list como por exemplo:

  • Ponto de equilibrio;
  • Custos fixos;
  • Margem de contribuição do produto vendido;
  • Índice de produtividade por setor e funcionário;
  • Índice de eficiência por setor e funcionário;
  • Índice de Não conformidade;
  • Índice de retrabalho;
  • Custo da não conformidade;
  • Custo do retrabalho;
  • Lucro.

O avião e a empresa estão em riscos constantes, um depedendo das condições climáticas e a confiabilidade do equipamento, outro depedendo da estabilidade do mercado e da disposição do consumidor em adquirir. Ambos estão envolvidos em constantes inovações, seja pela prestação do serviço ou produto, seja pela tecnologia em hardware ou software. O mercado está sempre a procura de serviço e produto diferenciado, isto faz com que as companhias áreas estejam sempre inovando em termos de aeronaves modernas e serviços a custos acessíveis. As empresas estão em busca de novos produtos e uma nova gestão estratégica de negócios com abordagem na qualidade, que consiste em:

  • aumentar a satisfação e a confiança dos clientes;
  • aumentar a eficiência e produtividade;
  • reduzir os custos internos;
  • melhorar os processos de modo contínuo;
  • possibilitar acesso mais fácil a novos mercados.

Tanto o avião como a empresa tem um só objetivo, sobreviver. Esta sobrevivência podemos definir como crescimento e desenvolvimento. O crescimento está correlacionado a expansão física, a receita, a lucratividade, o serviço e a produção. O desenvolvimento está correlacionado a qualidade do produto e serviço, a qualificação da mão de obra, o aperfeiçoamento do processo e a maturidade das pessoas para as mudanças.

fonte:

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

Porque investir em Qualidade?

As empresas brasileiras gastam 3% do seu faturamento bruto em consertos e reparos, enquanto a média mundial não ultrapassa 0,1%.

Embora ocupe o sétimo lugar entre os maiores produtores mundiais, o parque industrial brasileiro caracteriza-se pela inadequação aos padrões internacionais. Apenas 10% das empresas nacionais produzem de acordo com os níveis de qualidade exigidos no exterior.

Enquanto 90% das empresas brasileiras medem seus refugos e reparos por percentual (parte por 100), as empresas de padrão mundial medem parte por milhão.

Modelos ultrapassados de Gestão, técnicas de produção ineficiente e Planejamento inconsistente da qualidade são apontados como os maiores responsáveis pelas taxas negativas de crescimento registradas hoje no diversos segmentos empresáriais.

Somados, os numeros apresentados pelas empresas traçam um quadro preciso das dificuldades a serem encontradas para ingressar no mercado competitivo. Revelam ainda que há um único caminho para as empresas superarem seu crescimento e desenvolvimento: investír na qualidade.

Como fazer isto?

  • Melhorar o aproveitamento da capacidade instalada.
  • Eliminar desperdícios.
  • Incorporar no dia-a-dia os conceitos da qualidade e produtividade.
  • Investir em recursos humanos.
  • Reduzir tempo e custo das etapas de produção.
  • Definir claramente os processos comerciais, industriais, financeiros e qualidade
  • Definir as responsabilidades e autoridades as pessoas responsáveis pelo processo.
  • Normatizar os procedimentos operacionais e administrativos.
  • Criar metas e tomar ações
  • Medir e controlar resultados

A cada procedimento acima citado é um passo para a qualidade. A dificuldade para realizar estes procedimentos está na capacidade das empresas absorverem as mudanças a serem impostas e as metas à serem atingidas.

Se isso não for dificuldade o sucesso para crescimento e desenvolvimento será inevitável..

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

Olhar especial

2011 pode ser um ano especial, muito bom, se entendermos nossas fragilidades e egoísmos e dermos a volta nisso.

Somos fracos, mas podemos melhorar. Somos egoístas, mas podemos entender o outro.

2011 pode ser o bicho, o máximo, maravilhoso, lindo, espetacular...ou... Pode ser puro orgulho! Depende de mim, de você!

Pode ser. E que seja!!!Feliz olhar novo!!!

Que a virada do ano não seja somente uma data, mas um momento para repensarmos tudo o que fizemos e que desejamos, afinal sonhos e desejos podem se tornar.

O nosso desejo não se realizou? Ótimo, não estava na hora, não deveria ser a melhor coisa para esse momento (me lembro sempre de uma frase que adoro: CUIDADO COM SEUS DESEJOS, ELES PODEM SE TORNAR REALIDADE).

Chorar de dor, de solidão, de tristeza, faz parte do ser humano. Não adianta lutar contra isso. Mas se a gente se entende e permite olhar o outro e o mundo com generosidade, as coisas ficam diferentes.

O que eu desejo para todos nós é sabedoria! E que todos saibamos transformar tudo em uma boa experiência!

Que todos consigamos perdoar o desconhecido, o mal educado. Ele passou na sua vida. Não pode ser responsável por um dia ruim...

Entender o amigo que não merece nossa melhor parte. Se ele decepcionou, passe-o para a categoria 3, a dos amigos. Ou mude de classe, transforme-o em colega. Além do mais, a gente, provavelmente, também já decepcionou alguém.

2011 não vai ser diferente. Muda o século, o milênio muda, mas o homem é cheio de imperfeições, a natureza tem sua personalidade que nem sempre é a que a gente deseja, mas e aí? Fazer o quê? Acabar com seu dia? Com seu bom humor? Com sua esperança?

A grana que não veio, o amigo que decepcionou, o amor que acabou. Normal.

Quero viver bem!

2010 foi um ano cheio. Foi cheio de coisas boas e realizações, mas também cheio de problemas e desilusões. Normal.

Às vezes se espera demais das pessoas. Normal.

Claro que a vida prega peças. É lógico que, por vezes, o pneu fura, chove demais... mas, pensa só: tem graça viver sem rir de gargalhar pelo menos uma vez ao dia? Tem sentido ficar chateado durante o dia todo por causa de uma discussão na ida pro trabalho?

O grande lance é viver cada momento como se a receita da felicidade fosse o AQUI e o AGORA.

O grande barato da vida é olhar para trás e sentir orgulho da sua história.

Feliz Ano Novo

Olá pessoal,

Como é do conhecimento de alguns, em 2010, andei por este Brasil afora capacitando pessoas para o processo de avaliação dos prêmios MPE Brasil (Prêmio de Competitividade para as Micro e Pequenas Empresas) e o PSMN (Prêmio SEBRAE Mulher de Negócios)

Estive nos estados do Ceará, Amapá, Paraná, Sergipe, Pernambuco, Espírito Santo e Rio de Janeiro, e qual não foi a minha surpresa em me deparar com diversos "colegas" motivados e comprometidos com estes processos. Isso me agrada muito e me deixa mais "acessa" para os novos desafios de 2011!

Cada vez mais, as empresas e pessoas estão se adaptando as metodologias de gestão, tais como: MEG, ISO, etc...

Então... que venha o ano novo cheio de positividade! Feliz 2011 para todos!!!

segunda-feira, 29 de novembro de 2010

Prêmio Nacional da Qualidade - PNQ 2010

Elektro e AES Sul recebem reconhecimento máximo no PNQ 2010

A utilização de um programa de excelência em gestão e a busca permanente pela melhoria contínua renderam à Elektro e AES Sul a conquista do Prêmio Nacional da Qualidade® (PNQ) 2010, o maior reconhecimento à excelência da gestão das organizações sediadas no Brasil, concedido pela Fundação Nacional da Qualidade (FNQ). Além das premiadas, o PNQ reconheceu também três empresas finalistas, que alcançaram bons resultados e podem ser consideradas referenciais em muitas práticas de gestão: a Cemig Distribuição, a Rio Grande Energia e a Companhia Energética do Ceará (Coelce). Quatro organizações receberam ainda o Destaque por Critério: a Andrade Gutierrez, como Destaque no critério Estratégias e Planos; a Sabesp – Unidade de Negócio Sul, como Destaque no critério Clientes; as Centrais Elétricas do Norte do Brasil – Superintendência de Produção Hidráulica – CPH (CPH Eletrobras Eletronorte), como Destaque nos critérios Sociedade e Pessoas; e a Ampla Energia e Serviços, como Destaque no critério Sociedade. A cerimônia de entrega da premiação ocorre no dia 8 de dezembro, na Sala São Paulo.

O PNQ chega a mais uma edição reconhecendo empresas que alcançaram elevado nível de maturidade da gestão, graças à implantação de um programa de excelência em gestão: um processo contínuo e permanente de melhoria, que gera resultados concretos para as organizações”, destaca o diretor executivo da FNQ, Ricardo Corrêa.

Segundo o presidente do Conselho Curador da FNQ, Mauro Figueiredo, “as empresas premiadas apresentam desempenho destacado em todo o conjunto dos Critérios de Excelência da gestão. A conquista é fruto de árduo trabalho, ao longo de anos, de todo o conjunto colaboradores das empresas reconhecidas. Os resultados deste trabalho são amplos e beneficiam sobremaneira as organizações, o setor no qual estão inseridas e toda a sociedade.”

O PNQ 2010 recebeu 45 inscrições, das quais 40 foram elegíveis. Dessas, 30 candidatas eram de grande porte; 3 médias; 2 pequenas e 5 sem fins lucrativos. Ao todo, foram 11 do setor industrial e 29 de serviços. Divididas por região, 19 estão situadas no Sudeste; 13 no Sul; 3 no Nordeste; 3 no Centro-Oeste e 2 no Norte. Juntas, as organizações candidatas geram mais de 96 mil empregos.

Do total de participantes, 23 passaram para a etapa de visitação e foram avaliadas pelos examinadores. Nesta edição, a FNQ capacitou cerca de mil voluntários para atuar na Banca Examinadora. Os profissionais capacitados atuaram na seleção das organizações que atendem de forma harmônica e balanceada a todos os Fundamentos da Excelência avaliados por oito critérios (Liderança, Estratégias e Planos, Pessoas, Processos, Clientes, Sociedade, Resultados, Informações e Conhecimento), bem como apresentam excepcionais resultados no desempenho da sua gestão.

Confira os depoimentos das empresas reconhecidas:

Premiadas

O reconhecimento como premiada no PNQ consolida nosso grupo e mostra que alcançamos elevado nível de maturidade na gestão. Tudo isso graças ao engajamento de cada colaborador e à importância dada à gestão. Acredito que estamos no caminho certo do Modelo de Excelência da Gestão e no processo de melhoria contínua, que foi o que levou a empresa a obter os resultados que tem hoje”, Antonio Carlos de Oliveira, diretor-geral da AES Sul.

Há seis anos temos trabalhado na melhoria da gestão, envolvendo e conscientizando toda a equipe da relevância de abraçar a causa. Com o reconhecimento do PNQ, quem ganha somos nós, da empresa; o setor elétrico, que se desenvolve a cada ano; e a sociedade, que agradece a qualidade do serviço oferecido”, Carlos Márcio Ferreira, presidente da Elektro.

Finalistas

Participamos há 4 anos do PNQ e chegou a hora do reconhecimento. Nada melhor do que isso para mostrar nossa evolução na excelência da gestão”, Eugênio Paccelli, da Cemig Distribuição.

Estamos orgulhosos de ter crescido, aperfeiçoado a gestão e ser finalista do PNQ. Nosso desafio agora é melhor cada dia mais para chegar ao topo e ser, enfim, premiada”, Abel Alves Rochinha, presidente da Coelce.

Pela segunda vez consecutiva somos finalistas do PNQ. Assim como a RGE, todo o Grupo CPFL adota os critérios de excelência em gestão da FNQ. Nos orgulhamos muito da RGE, que mais uma vez foi reconhecida no prêmio, mostrando nosso trabalho e empenho em prol da excelência da gestão”, Wilson Ferreira Jr., presidente da CPFL / RGE.

Destaques por Critério

É a primeira vez que participamos do PNQ e vimos que ainda há um longo caminho pela frente na busca pela melhoria da gestão. Nosso desafio é ainda maior com atuação com diferentes tipos de clientes em toda a América Latina. Mas vamos unir esforços e trabalhar em busca da excelência em gestão”, Érico da Gama, diretor de Qualidade da Andrade Gutierrez.

Estamos muito felizes com o reconhecimento e aprendendo, com a ajuda da FNQ, a melhorar cada dia mais nosso trabalho em prol da melhoria da gestão”, André Moragas, diretor de Relações Institucionais da Ampla.

Este é o segundo ano em que somos reconhecidos no PNQ e acredito sermos um exemplo para a sociedade de como se pode administrar bem uma empresa pública tanto quanto uma organização privada”, Antonio Bechara Pardawill, superintendente da CPH Eletrobras Eletronorte.

É uma satisfação imensa ser destaque no critério Clientes, considerando a necessidade de atender bem nosso 4 milhões de consumidores. O reconhecimento no PNQ é uma grande oportunidade para crescer e melhorar ainda mais nossa gestão, Meunim Rodrigues de Oliveira Jr., da Sabesp Unidade de Negócio Sul.

fonte: www.fnq.org.br

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

O DNA dos Profissionais Vencedores

Artigo publicado em 5/11/2010 por César Souza


“Doutor, o meu negócio depende de uma coisa só – do freguês, dos meus dois auxiliares e do fluxo de caixa. O resto é o resto!”, respondeu o dono de uma padaria em Poconé, Mato Grosso, ao ser perguntado sobre a causa do seu sucesso. O “padeiro de Poconé” nunca entrou numa escola, nunca aprendeu a departamentalizar o seu negócio. Mas tem uma rara
competência: pensa de forma integrada sobre a essência do seu negócio!

O aprendizado de competências faz movimentos comparáveis aos do coração, de sístoles e diástoles. Em alguns momentos é necessário fazer uma contração (sístole), ou seja, integrar as competências que já temos, às vezes de forma dispersa. Em outros momentos, é preciso expandir (diástole) as suas fronteiras e aprender novas competências.

Primeiro, vamos pensar no movimento da contração, a sístole. A lição do padeiro de Poconé é bastante útil para salientar que existem três competências fundamentais que precisam ser integradas se desejamos ter sucesso em nossas carreiras e em nossos empreendimentos: (1) a gestão de pessoas; (2) a gestão de clientes; e (3) gestão de resultados.

Visualize, leitor, um triângulo: no vértice de cima, o cliente. Nos dois vértices de baixo, um representa as pessoas, o outro os resultados. No centro do triângulo, comprometimento.
Na minha experiência desde meus tempos de executivo, comprometimento é conseqüência da boa gestão de clientes, da boa gestão de pessoas e do foco nos resultados.
Não dá para falar em gestão de pessoas, sem falarmos na gestão de clientes. E vice-versa. Recursos humanos e marketing precisam aprender a andar de mãos dadas e não de costas um para o outro como tem sido a tônica. Quando maximizamos a sinergia de ambos, os resultados aparecem.

Acontece que dividiram o indivisível em três departamentos: o de marketing, o de RH e o de planejamento estratégico. E, infelizmente, vemos especialistas, experts, que só entendem de uma dessas três áreas que, no fundo, não são três. É uma só! E tem prevalecido o lema do “cada macaco no seu galho”. Isso pode até ter funcionado na Era Industrial, mas na Era dos Serviços os vencedores serão aqueles que conseguirem integrar 3 letras – P, C, e R: P de pessoas, C de clientes e R de resultados. Esse é o DNA dos profissionais vencedores.
Sempre nos queixamos dos feudos, dos departamentos, das “ilhas de competência”, que não conseguem se transformar no “arquipélago de excelência” com que sonhamos. Lutamos para integrar nossas equipes.

Mas desconfio que precisamos integrá-las antes na nossa mente. Na forma de pensar. Precisamos unir mentalmente o que nunca deveria ter sido separado. Enquanto pensarmos em departamentos especializados vai ser difícil integrar equipes. Quando mudarmos nossa forma de pensar será mais fácil mudar.

Já falei da sístole, da necessidade de integrar três competências essenciais ao sucesso. Agora vamos falar da necessidade de expandir as fronteiras do conhecimento em cada uma das três competências abaixo:

Precisamos entender que o sonho é a primeira etapa do Planejamento Estratégico. Precisamos valorizar o intangível, o emocional, o desejo, o ilógico que muitas vezes é o que determina o rumo das empresas.

Estratégia não é apenas macro-econometrica, racional, lógica. Grandes empresas que existem hoje como Natura, Embraer, Alpargatas foram fruto de líderes que sonharam de olhos abertos, acordados. Não nasceram grandes. Começaram pequenas, sonharam grande e cresceram rápido.

Precisamos aprender que cliente não é responsabilidade apenas das áreas de marketing, vendas e comercial. É responsabilidade de todos, do porteiro ao presidente. Isso implica na nossa responsabilidade de preparar todos para interagir com os clientes. Infelizmente, muitas empresas perdem clientes porque as áreas de contabilidade, logística, jurídico, produção, etc. não foram preparadas para isso. Por isso criei em 1998 o termo clientividade. Criei uma palavra que não existe porque queria ir além do marketing. Muito além. Clientividade trata de atitudes e posturas. Vai muito além dos 4 Ps do Philip Kotler que fala de produto, preço, promoção e place, mas esqueceu do mais importante, do cliente, que deveria estar no centro do modelo. A clientividade fala do intangível, invisível, daquilo que o freguês não pega, nem vê, mas sente: atitudes!

A terceira diz respeito à necessidade de expandirmos a fronteira do conhecimento sobre liderança. Infelizmente, estamos formando líderes para uma realidade que já não existe mais. Se desejamos construir famílias mais felizes, empresas mais saudáveis e comunidades mais solidárias, precisamos mudar a forma de pensar a liderança, que não é sinônimo de carisma, nem de cargo ou posição social. Liderança não é coisa de uns poucos privilegiados, visionários. Liderança não é coisa de salvadores de empresas nem de salvadores da pátria.
Precisamos de líderes que não se contentam em formar seguidores, formam outros líderes. Não ficam felizes em fazer apenas o combinado, surpreendem pelos resultados. Não se conformam em oferecer empregos, oferecem causas. E não inspiram apenas pelo carisma, mas pelos valores.

E agora, leitor? Pense nas sístoles e diástoles de seu coração e liste quais as competências que você precisa integrar e as que você deve expandir para ampliar suas fronteiras como profissional.