Parabéns aos organizadores, coordenadores executivos, gestores do SEBRAE e dos Programas Estaduais, avaliadores e empresários que fizeram deste evento mais um marco histórico do MPE BRASIL!!!
quarta-feira, 25 de março de 2015
12º Reconhecimento Nacional do MPE Brasil
Parabéns aos organizadores, coordenadores executivos, gestores do SEBRAE e dos Programas Estaduais, avaliadores e empresários que fizeram deste evento mais um marco histórico do MPE BRASIL!!!
quarta-feira, 31 de agosto de 2011
Comitê da Qualidade
- Poder de decisão em sua área;
- Espírito de Liderança;
- Interesse real pela melhoria do negócio;
- Capacidade de trabalho em equipe.
As reuniões do comitê no início do projeto são focadas no cronograma de implementação. Seu primeiro objetivo é obter a certificação e criar um SGQ coeso e eficiente. Serão mais frequentes (semanais ou até diárias, se for o caso) e tratarão das tarefas assumidas por cada participante na construção do SGQ, tendo sempre uma prestação de contas para que o RD possa manter o cronograma atualizado e reportar resultados à Direção. Depois, podem ser mensais ou bimestrais. Eu considero que um intervalo mensal é o mais recomendado.
- Coordenar o processo de implementação do sistema de gestão da qualidade.
- Criar mecanismos de conscientização e difusão do programa aos membros da equipe.
- Avaliar os resultados do projeto e levantar possibilidade de melhorias.
- Definir as prioridades de ação do programa da qualidade.
- Padronizar e criar melhorias constantes nos processos da Empresa.
Cada reunião do comitê deve ter uma pauta previamente elaborada pelo RD, que considere pendências de reuniões anteriores e novos temas. Se possível, essa pauta deve ser divulgada previamente aos integrantes para que avaliem como podem colaborar com sua realização.
O Plano de Ação 5W2H é uma ferramenta muito útil para o comitê da Qualidade, e deve ser aplicado com freqüência. Para cada tema tratado que envolva atividades para seu cumprimento, elabore um 5W2H independente.
quinta-feira, 24 de março de 2011
Empresas de oito estados vencem 8ª edição do MPE Brasil
As vencedoras das nove categorias são: Paintech Indústria e Comércio de Santa Catarina (Indústria); Delfino Centro Automotivo de Alagoas (Comércio); NTW Contabilidade de Minas Gerais (Serviços); Agência AR Casa de Bonito e Pantanal de Mato Grosso do Sul (Turismo); Uninfo Sistemas do Paraná (Tecnologia da Informação); Medlab Laboratório Médico de Minas Gerais (Saúde); Escola Chave do Saber de Mato Grosso (Educação); Estância Encantada de São Paulo (Agronegócios); e Manipulare Farmácia de Manipulação do Rio Grande do Sul (Responsabilidade Social).
Este ano, 130 empresas premiadas na etapa estadual disputaram a fase nacional. O MPE Brasil é uma realização do Sebrae em parceria com o Movimento Brasil de Competitivo (MBC), Gerdau e Fundação Nacional da Qualidade (FNQ). Esta edição, a 8ª, obteve 99 mil inscrições, recorde desde sua criação.
Luiz Barretto, presidente do Sebrae, ressaltou em seu discurso a forte vocação empreendedora do brasileiro e destacou o crescimento de mais de 50% do número de inscrições, este ano, no MPE Brasil. Ele enfatizou que os temas inovação e modernização da gestão têm papel fundamental para o país, especialmente neste momento em que seu crescimento é notável e sólido. “Este prêmio é um estímulo para que nos tornemos cada vez mais sustentáveis e competitivos”, disse.
Jorge Gerdau Johannpeter, presidente da Gerdau e do MBC, destacou a importância de se investir em educação e no compromisso de toda a sociedade e mercado com a sustentabilidade. “Praticamente todas as empresas nascem pequenas e, depois, crescem. A exigência da evolução da competitividade e do mercado nos leva a estar nos capacitando constantemente”, salientou.
O evento de entrega do MPE Brasil contou com show multimídia, que somou cinema, teatro, dança,música, texto, projeção, iluminação e efeitos especiais. O tema abordado foi sustentabilidade. Músicos e bailarinos se apresentaram no palco, enquanto três telões ao fundo exibiam projeções de vídeos e imagens elaboradas por computador, simultâneamente. O espetáculo, realizado pela Capacitá Eventos de Porto Alegre, encantou a platéia.
Fonte: Agência Sebrae de Notícias
segunda-feira, 14 de março de 2011
8 Mitos sobre Sustentabilidade
A sustentabilidade é um assunto de interesse geral, porém ainda cercado de dúvidas e falhas de interpretação. Isto deixa o conceito um tanto nebuloso e gera em muitas organizações uma grande incerteza sobre sua adoção, sobre como aplicá-lo em seu próprio contexto e sobre as dificuldades em definir ações sustentáveis.
Para começo de conversa, existem três dúvidas básicas:
- Sustentabilidade é cuidado ambiental?
- Sustentabilidade é ação social?
- Sustentabilidade é lucro?
A resposta para essas três dúvidas, isoladamente, é NÃO! - Sustentabilidade não é apenas cada uma dessas coisas, mas a confluência desses conceitos em um mais amplo e significativo. Por isso, o tripé da Sustentabilidade é representado por Meio-Ambiente, Responsabilidade Social e Viabilidade Econômica.
Em Novembro de 2009, a HSM online, publicou um artigo abordando os oito principais mitos que oferecem obstáculo à abordagem sustentável na maioria das organizações.
A fim de ajudar a levar cada companhia no caminho para a sustentabilidade, abaixo estão alguns dos mitos mais comuns ditos por empresas. A despeito do quão surpreendente possam soar algumas dessas ideias – como o mito de que não há retorno financeiro para os esforços de sustentabilidade – elas persistem em grandes e pequenas empresas e em qualquer indústria.1. É um custo e não podemos bancar agora
A sustentabilidade deve ser considerada não apenas porque é a coisa certa a fazer, mas também porque faz sentido para os negócios. Se uma iniciativa não pode ser justificada a partir de um marketing estratégico, financeiro, operacional, ou recrutamento de empregados / perspectiva de retenção, não faça isso. Mas descobriu-se que em quase todos os cantos de uma organização há uma razão fundamental de negócios para ser mais sustentável.
Como Richard Goode, diretor de sustentabilidade da Alcatel-Lucent, disse recentemente: "Nos bons tempos, a sustentabilidade pode ser um diferencial competitivo, em tempos de vacas magras, é uma estratégia defensiva e em tempos realmente difíceis, ele pode determinar sua sobrevivência". A CEO da Xerox, Ann Mulcahey, compartilha dessa opinião dizendo que ser "um bom cidadão corporativo" salvou a empresa da falência. Consulte o Mito 3 para ver como as companhias têm feito investimentos em sua sustentabilidade.
2. Precisamos de muito pessoal
Um dos mitos é que os esforços relacionados com a sustentabilidade exigem uma grande equipe centralizada de condução e apoio. Na verdade, o oposto é verdadeiro. Na maioria das empresas líderes pesquisadas, a equipe de sustentabilidade oscila entre um e quatro funcionários, mesmo em grandes companhias como a AT&T.
O papel desses grupos é trabalhar com as diversas funções em toda a organização e com os altos executivos, para desenvolver uma estratégia, formulação de objetivos, coordenação de atividades e relatório sobre o progresso. Muitos dos líderes de sustentabilidade entrevistados afirmam que, no mundo ideal, essa equipe não seria nem necessária, pois a sustentabilidade seria integrada a todos os aspectos das operações da empresa e produtos. Mas, enquanto os negócios buscam esse estado ideal, uma equipe pequena e centralizada continuará a ser necessária.
3. Não há dinheiro na sustentabilidade
A sustentabilidade oferece oportunidades inovadoras para empresas de linha superior e inferior. Novas empresas e marcas criadas são inteiramente focalizadas no verde, como a Seventh Generation, GreenWorks, da Clorox, e a Renew mobile phones, da Motorola.
Estas marcas não apenas apresentam milhões em receitas, como também reforçam a imagem de marca de suas empresas-mãe. A P&G até mesmo afirmou que deve gerar US$ 50 bilhões (sim, com um B), no acumulado de vendas de "produtos de inovação sustentável" em um período de cinco anos, que termina em 2012.
Além disso, muitas empresas descobriram que podem revender os produtos usados e os materiais que antes eram considerados resíduos. Quando a Verizon focou na criação de operações mais sustentáveis, gerou US$ 27 milhões, classificando e vendendo materiais recicláveis a partir do seu fluxo de resíduos, ao mesmo tempo, poupando mais de um milhão de dólares em custos de remoção dos resíduos.
Abaixo estão outros exemplos:
• Johnson & Johnson realizou 80 projetos de sustentabilidade desde 2005 e atingiu US$ 187 milhões em poupança, com um ROI de cerca de 19%, e subindo.
• CocaCola afirma que gerou 20% de lucro sobre seus investimentos em iniciativas de economia de energia.
• Diversey, líder global de B2B, fornecedora de limpeza comercial e soluções de higiene, afirma que, para cada US$ 1 investido em 2008, eles esperam recuperar US$ 2 dólares em 5 anos.
4. É só para as grandes empresas
A partir da experiência no trabalho com sustentabilidade, em grandes e pequenas empresas, é possível dizer sem hesitação que o tamanho da empresa faz pouca diferença. Empresas líderes de sustentabilidade estudadas são tão pequenas quanto a Numi Organic Tea (com receitas próximas de US$ 15 milhões), e tão grandes como a Hewlett-Packard (com receita de US$ 110 bilhões). Entre outras coisas, as pequenas empresas têm a vantagem de sua competitividade depender muitas vezes de serem enxutas, talentosas, e ágeis, o que a sustentabilidade potencializa.
Ahmed Rahim, CEO da Numi Organic Tea diz que todas as facetas das operações da empresa, as opções em seus produtos, e todos os seus funcionários têm em mente a sustentabilidade em suas decisões de trabalho e vida pessoal. A Numi se orgulha de usar materiais 100% biodegradáveis ou recicláveis em suas embalagens, e ganhou o prêmio WRAP (Waste Reduction Award Program) em quatro dos últimos cinco anos, no estado da Califórnia. Na verdade, ela foi reconhecida como uma das cinco maiores empresas do estado para as iniciativas em redução de resíduos. A sustentabilidade é integrada em cada decisão tomada na Numi.
Bonnie Nixon, Diretor de Sustentabilidade Ambiental da HP, diz que o tamanho de sua empresa tem pouco a ver com ela ser líder na sustentabilidade. Já nos seus primeiros dias, os fundadores da Hewlett Packard estavam na vanguarda, fazendo e pensando de forma sustentável, e a idéia ficou com a organização durante várias décadas.
As empresas maiores têm uma vantagem quando se trata de influenciar sua cadeia de abastecimento (Walmart e P&G são exemplos), e ao influenciar a política em nível governamental, mas as empresas menores podem ser tão eficazes, se não mais, em quase todo o resto.
5. É principalmente para empresas B2C
Surpreende ouvir de equipes de gestão que, por serem de uma empresa B2B, ser sustentável não importa muito, uma vez que seus clientes não são "consumidores". Primeiro, há oportunidades para impactar diretamente sobre os custos, conforme discutido acima. Danny Wong, diretor de sustentabilidade na Avery Dennison (predominantemente uma empresa B2B), afirma que a poupança de energia por si só justifica os investimentos em sustentabilidade, que foram "uma agradável surpresa".
Mas, além disso, quem toma decisões de compra em companhias? Ouve-se de um número crescente de grandes empresas B2B que seus clientes e potenciais clientes estão perguntando sobre seus esforços de sustentabilidade de RFPs. Uma empresa de software B2B vai tão longe a ponto de explicitamente colocar em seus critérios de aquisição que será dada preferência a organizações sustentáveis.
Uma grande fabricante de telecomunicações afirma que, em 2007, havia 50 RFPs (de cerca de 400), solicitando informações sobre as iniciativas de sustentabilidade da empresa. Em 2008 esse número era de 125 e, em 2009, está em vias de ser de mais de 200! Muitos clientes preocupam-se de quem compram, sejam eles consumidores ou corporações multi-bilhonárias.
6. Se fizermos afirmações sobre a sustentabilidade, seremos acusados de greenwashing
Enquanto existem algumas empresas que podem ser acusadas justamente de greenwashing, para muitas outras o medo de ser manchada desta maneira é muito exagerado.
Estas empresas estão se empenhando para melhorar o seu impacto de carbono, sem muito alarde. As empresas que estabelecem metas significativas, e as alcançam, têm todo o direito de contar seus sucessos.
Mas a transparência torna-se um elemento importante neste processo, não só por suas realizações, mas também para as falhas. Não há nada melhor para a construção da credibilidade de seu sucesso como admitir suas falhas. E como o item seguinte ilustra, em parceria com as ONGs podem ajudar a construir a credibilidade sobre algumas das reivindicações.
7. ONGs são nossos adversários
Muitas empresas pensam em ONGs como adversárias, e ficam muito felizes se não forem abordadas por elas. Contudo, esta é uma oportunidade perdida para beneficiar da sua experiência em abastecimento, tratamento de água e uma série de outras questões. Organizações como a WWF e a Conservation International servem como parceiros para promover os esforços de muitas empresas líderes de sustentabilidade.
Bonnie Nixon disse que a HP percebeu há muitos anos que tratá-las como adversários foi contraproducente e, agora, faz parcerias com diversas ONGs.
Suzanne Apple, Vice Presidente e diretora de gestão da WWF, diz que acolhe com satisfação a oportunidade de trabalhar com as empresas de forma "ganha-ganha", citando a Coca-Cola como um exemplo no qual a WWF ajuda a empresa a satisfazer as suas necessidades hídricas enquanto conserva a água doce mundialmente.
8. Não precisamos nos preocupar com a cadeia de abastecimento, porque não produzimos bens
Algumas empresas afirmam que, porque eles não produzem bens, não compram muito, e, portanto, não têm uma pegada de carbono significativa. Ou que seus produtos não consomem muita energia, assim o seu impacto ambiental é mínimo.
O Walmart é um excelente exemplo de uma empresa que não faz as coisas, ainda está desenvolvendo um índice para suas dezenas de milhares de fornecedores que medirá o impacto de carbono a partir de coisas que vendem para a empresa.
De acordo com Matt Kistler, Vice Presidente Sênior de Sustentabilidade no Walmart, 88% da área ambiental da empresa é voltada para sua cadeia de fornecimento, e apenas 12% está sob seu controle direto. Portanto, se a empresa vai atingir o seu objetivo de neutralidade de carbono, necessitará enfrentar a maioria das suas reduções em sua cadeia de abastecimento.
Observando uma grande empresa de softwares, descobriu-se que ele gasta bilhões de dólares em seus fornecedores, em tudo, desde computadores ao material de escritório para utilitários. Esta companhia pretende ser um líder em sustentabilidade, no entanto, tem ignorado a cadeia de abastecimento, porque acha que não é significativo para os seus objetivos de sustentabilidade. Com seu poder de compra, eles têm uma tremenda oportunidade para influenciar a cadeia de abastecimento e reduzir o seu impacto (indireto) do ambiente.
Estes são apenas alguns dos muitos mitos vistos no trabalho com grandes e pequenas empresas. Tal como acontece com estes oito, há uma abundância de evidências para dissipar os mitos para fora lá, mas a lição final é simples: as empresas que optam por fechar os olhos para os benefícios de se tornar mais sustentáveis estão se colocando numa posição de desvantagem competitiva imediata e possivelmente definir como objetivos para a regulação no longo prazo.
quinta-feira, 3 de março de 2011
Não deixem o samba morrer!!!
São 365 dias de planejamento e preparação para que tudo ocorra perfeitamente em apenas uma única apresentação.
A classificação no último dia da festa é reflexo da satisfação do público somada aos critérios que são julgados durante toda a apresentação.
São apenas 90 minutos de desfile, um número enorme de sambistas na Ala das Baianas, quase 300 instrumentistas acompanhando o compasso que dita o mestre da bateria. O puxador de samba enredo motiva o público e conduz a passarela. A rainha da bateria embeleza o caminho e transforma a música num encantado passo de samba. Já o mestre-sala e a porta-bandeira são o casal que se destaca num bailado especial levando graciosidade à escola.
O sincronismo entre as pessoas é fundamental, ninguém pode estar adiantado ou atrasado, todos devem estar envolvidos com a coreografia, e o puxador não pode desafinar. São quase 5.000 integrantes de uma mesma escola com um único objetivo: fazer o melhor de cada um para unidos a tornarem uma campeã.
Assim também devemos ser nas empresas: na batida da produção, o empenho de cada um reflete a qualidade que chega ao nosso cliente que é respondida pelo seu grau de satisfação.
Isso nos faz refletir um bocado sobre empenho e motivação, palavras mágicas que definem o sucesso ou não de uma escola de samba... e de todo e qualquer empreendimento!
Qual o papel do Gestor da Qualidade nessa analogia? Um Puxador, aquela pessoa que tem a responsabilidade em deixar o pique da escola no máximo durante todo o desfile, de empolgar os passistas, a platéia e os jurados, contagiando a todos com seu ritmo, sua energia e entusiasmo!
Você pensa que é fácil? - É claro que não!!! Imagina o sujeito cantando por uma hora sem parar, sem desafinar, sem perder a voz e sorridente o tempo todo!...
Uma empresa tem muito que aprender com uma escola de samba: e a primeira lição é criar no seu pessoal o orgulho de fazer parte dela. É esse orgulho que motiva, que incentiva o máximo de empenho e dedicação, que faz com que os passistas (funcionários) se preocupem em fazer tudo certo, o tempo todo. Fazer com Qualidade!
Se você pensa que dinheiro é que motiva, está enganado. As Baianas, a Bateria, os Sambistas, não recebem um tostão para fazer a escola brilhar na avenida! Pelo contrário aliás: investem (e muito) do que ganham nas fantasias e alegorias!
Mas o sucesso da escola é o sucesso deles, e isso nem sempre é real numa empresa... Por isso, puxar o samba enredo da Qualidade pode ser ainda mais difícil, e a Apoteose é tão distante...
quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011
010 Convite participar IWA4
Rio de Janeiro, 2 de fevereiro de 2011
Prezado Sr. (a)
A Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) é o Organismo Nacional de Normalização, filiado à ISO – International Organization for Standardization. A participação das organizações nacionais no Comitê Brasileiro da Qualidade – ABNT/CB-25, correspondente brasileiro ao TC 176 da ISO, pode se dar através da indicação de especialistas nas suas diversas Comissões de Estudo (CEs) através de seus respectivos Grupos de Trabalho (GTs).
O TC 176 da ISO produziu o documento IWA 4, objetivando a aplicação dos requisitos da ISO 9001, norma amplamente utilizada em todo o mundo, às necessidades das prefeituras. Para sua aplicação no Brasil, faz-se necessária, no entanto, sua adaptação às necessidades brasileiras. Um Grupo Tarefa, baseado em experiências limitadas no uso da IWA 4 em Prefeitura do Estado de Minas Gerais e em Subprefeituras de S. Paulo, e em sugestões do IBAM, executou uma primeira revisão do documento. Ocorre que, para torná-lo de efetiva utilidade para aprimorar a gestão nos municípios brasileiros, torna-se necessário ouvir aqueles que estão com ela diretamente envolvidos.
A norma é estruturada contendo o texto original da ISO 9001, seguida de uma explicação detalhando como cada requisito pode ser utilizado por uma prefeitura. Além disso, um anexo propicia de forma simples a auto-avaliação do estágio em que se encontra a administração municipal, classificando em nível verde, amarelo ou azul algumas dezenas de aspectos. Do resultado dessa avaliação nasceria um plano de melhoria.
A fim de ampliar o envolvimento nacional nos trabalhos de normalização técnica, fundamental para inserção do Brasil na comunidade internacional, a ABNT, através do ABNT/CB-25, tem o prazer de convidar V.Sa. para participar do Grupo de Trabalho 07 – Sistemas de gestão da qualidade – Diretrizes para a aplicação da ABNT NBR ISO 9001:2008 na gestão municipal - da Comissão de Estudo 5 – “Documentos Auxiliares”, que elaborará a norma brasileira.
Assim sendo, solicitamos a V.Sa. nos informar, através do endereço eletrônico cb25@abntcb25.com.br ou fax (21) 2220-6376, até o dia 28/02/2011, sobre seu interesse em participar deste Grupo de Trabalho. Essa participação pode ocorrer tanto em reuniões presenciais, como contribuindo via apresentação de críticas e sugestões por meio eletrônico ou convencional.
Solicitamos, também, à V.Sa., caso necessite de esclarecimentos adicionais, contatar o coordenador do Grupo de Trabalho, Adm. Basilio V. Dagnino, endereço eletrônico dagnino@uol.com.br, tel. (21) 9613-4209 e, desta forma, informar-se sobre as características do trabalho a ser executado. Os interessados podem ainda obter em arquivo eletrônico o texto-base da norma a ser revisado.
Certos de podermos contar com a importante participação de V. Sa., o Comitê Brasileiro da Qualidade – ABNT/CB-25 antecipadamente agradece a sua cooperação.
Atenciosamente,
Edi L. Martins dos Santos
ABNT/CB-25
Tel.: (21) 2220-6631
quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011
MEG é oportunidade para aumentar competitividade das empresas
segunda-feira, 31 de janeiro de 2011
Aniversário

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011
A empresa e o avião
No avião os controles tem que estar sempre a disposição em qualquer hora que for necessário, com a funcionalidade confiável e no tempo hábil. O mesmo ocorre com a empresa.
A função do comandante do avião e de sua tripulação é seguir regras rígidas de procedimentos para que os objetivos definidos sejam atendidos sem nenhuma anormalidade, ou seja, o passageiro chegue ao destino são e salvo.
A função do dirigente da empresa e de seus funcionários é seguir regras rígidas de procedimentos para que os objetivos definidos sejam atendidos sem nenhuma anormalidade, ou seja, o cliente receba seu produto na data e em conformidade acordada.
O Comandante tem a sua disposição o painel de controle com todos os indicadores para controlar e tomar as decisões que melhor lhe convém. O Dirigente tem a sua disposição um sistema de gestão com todos os indicadores para controlar e tomar as decisões que melhor lhe convém. Tanto o painel de controle quanto o sistema gestão, são indicadores desde que sejam alimentados de informações.
O sucesso do vôo está em uma boa checagem dos indicadores, através do check list como por exemplo:
- Pré partida;
- Partida dos motores;
- Pré taxi;
- Pré decolagem;
- Pós pouso;
- Corte dos motores;
- Pós decolagem;
- Cruzeiro;
- briefing de aproximação IFR;
- Pré pouso.
O sucesso da empresa está em um bom gerenciamento dos indicadores, através do check list como por exemplo:
- Ponto de equilibrio;
- Custos fixos;
- Margem de contribuição do produto vendido;
- Índice de produtividade por setor e funcionário;
- Índice de eficiência por setor e funcionário;
- Índice de Não conformidade;
- Índice de retrabalho;
- Custo da não conformidade;
- Custo do retrabalho;
- Lucro.
O avião e a empresa estão em riscos constantes, um depedendo das condições climáticas e a confiabilidade do equipamento, outro depedendo da estabilidade do mercado e da disposição do consumidor em adquirir. Ambos estão envolvidos em constantes inovações, seja pela prestação do serviço ou produto, seja pela tecnologia em hardware ou software. O mercado está sempre a procura de serviço e produto diferenciado, isto faz com que as companhias áreas estejam sempre inovando em termos de aeronaves modernas e serviços a custos acessíveis. As empresas estão em busca de novos produtos e uma nova gestão estratégica de negócios com abordagem na qualidade, que consiste em:
- aumentar a satisfação e a confiança dos clientes;
- aumentar a eficiência e produtividade;
- reduzir os custos internos;
- melhorar os processos de modo contínuo;
- possibilitar acesso mais fácil a novos mercados.
Tanto o avião como a empresa tem um só objetivo, sobreviver. Esta sobrevivência podemos definir como crescimento e desenvolvimento. O crescimento está correlacionado a expansão física, a receita, a lucratividade, o serviço e a produção. O desenvolvimento está correlacionado a qualidade do produto e serviço, a qualificação da mão de obra, o aperfeiçoamento do processo e a maturidade das pessoas para as mudanças.
fonte:
terça-feira, 18 de janeiro de 2011
Porque investir em Qualidade?
As empresas brasileiras gastam 3% do seu faturamento bruto em consertos e reparos, enquanto a média mundial não ultrapassa 0,1%.
Embora ocupe o sétimo lugar entre os maiores produtores mundiais, o parque industrial brasileiro caracteriza-se pela inadequação aos padrões internacionais. Apenas 10% das empresas nacionais produzem de acordo com os níveis de qualidade exigidos no exterior.
Enquanto 90% das empresas brasileiras medem seus refugos e reparos por percentual (parte por 100), as empresas de padrão mundial medem parte por milhão.
Modelos ultrapassados de Gestão, técnicas de produção ineficiente e Planejamento inconsistente da qualidade são apontados como os maiores responsáveis pelas taxas negativas de crescimento registradas hoje no diversos segmentos empresáriais.
Somados, os numeros apresentados pelas empresas traçam um quadro preciso das dificuldades a serem encontradas para ingressar no mercado competitivo. Revelam ainda que há um único caminho para as empresas superarem seu crescimento e desenvolvimento: investír na qualidade.
Como fazer isto?
- Melhorar o aproveitamento da capacidade instalada.
- Eliminar desperdícios.
- Incorporar no dia-a-dia os conceitos da qualidade e produtividade.
- Investir em recursos humanos.
- Reduzir tempo e custo das etapas de produção.
- Definir claramente os processos comerciais, industriais, financeiros e qualidade
- Definir as responsabilidades e autoridades as pessoas responsáveis pelo processo.
- Normatizar os procedimentos operacionais e administrativos.
- Criar metas e tomar ações
- Medir e controlar resultados
A cada procedimento acima citado é um passo para a qualidade. A dificuldade para realizar estes procedimentos está na capacidade das empresas absorverem as mudanças a serem impostas e as metas à serem atingidas.
Se isso não for dificuldade o sucesso para crescimento e desenvolvimento será inevitável..
terça-feira, 11 de janeiro de 2011
Olhar especial
Somos fracos, mas podemos melhorar. Somos egoístas, mas podemos entender o outro.
2011 pode ser o bicho, o máximo, maravilhoso, lindo, espetacular...ou... Pode ser puro orgulho! Depende de mim, de você!
Pode ser. E que seja!!!Feliz olhar novo!!!
Que a virada do ano não seja somente uma data, mas um momento para repensarmos tudo o que fizemos e que desejamos, afinal sonhos e desejos podem se tornar.
O nosso desejo não se realizou? Ótimo, não estava na hora, não deveria ser a melhor coisa para esse momento (me lembro sempre de uma frase que adoro: CUIDADO COM SEUS DESEJOS, ELES PODEM SE TORNAR REALIDADE).
Chorar de dor, de solidão, de tristeza, faz parte do ser humano. Não adianta lutar contra isso. Mas se a gente se entende e permite olhar o outro e o mundo com generosidade, as coisas ficam diferentes.
O que eu desejo para todos nós é sabedoria! E que todos saibamos transformar tudo em uma boa experiência!
Que todos consigamos perdoar o desconhecido, o mal educado. Ele passou na sua vida. Não pode ser responsável por um dia ruim...
Entender o amigo que não merece nossa melhor parte. Se ele decepcionou, passe-o para a categoria 3, a dos amigos. Ou mude de classe, transforme-o em colega. Além do mais, a gente, provavelmente, também já decepcionou alguém.
2011 não vai ser diferente. Muda o século, o milênio muda, mas o homem é cheio de imperfeições, a natureza tem sua personalidade que nem sempre é a que a gente deseja, mas e aí? Fazer o quê? Acabar com seu dia? Com seu bom humor? Com sua esperança?
A grana que não veio, o amigo que decepcionou, o amor que acabou. Normal.
Quero viver bem!
2010 foi um ano cheio. Foi cheio de coisas boas e realizações, mas também cheio de problemas e desilusões. Normal.
Às vezes se espera demais das pessoas. Normal.
Claro que a vida prega peças. É lógico que, por vezes, o pneu fura, chove demais... mas, pensa só: tem graça viver sem rir de gargalhar pelo menos uma vez ao dia? Tem sentido ficar chateado durante o dia todo por causa de uma discussão na ida pro trabalho?
O grande lance é viver cada momento como se a receita da felicidade fosse o AQUI e o AGORA.
O grande barato da vida é olhar para trás e sentir orgulho da sua história.
Feliz Ano Novo
Como é do conhecimento de alguns, em 2010, andei por este Brasil afora capacitando pessoas para o processo de avaliação dos prêmios MPE Brasil (Prêmio de Competitividade para as Micro e Pequenas Empresas) e o PSMN (Prêmio SEBRAE Mulher de Negócios)
Estive nos estados do Ceará, Amapá, Paraná, Sergipe, Pernambuco, Espírito Santo e Rio de Janeiro, e qual não foi a minha surpresa em me deparar com diversos "colegas" motivados e comprometidos com estes processos. Isso me agrada muito e me deixa mais "acessa" para os novos desafios de 2011!
Cada vez mais, as empresas e pessoas estão se adaptando as metodologias de gestão, tais como: MEG, ISO, etc...
Então... que venha o ano novo cheio de positividade! Feliz 2011 para todos!!!
segunda-feira, 29 de novembro de 2010
Prêmio Nacional da Qualidade - PNQ 2010
A utilização de um programa de excelência em gestão e a busca permanente pela melhoria contínua renderam à Elektro e AES Sul a conquista do Prêmio Nacional da Qualidade® (PNQ) 2010, o maior reconhecimento à excelência da gestão das organizações sediadas no Brasil, concedido pela Fundação Nacional da Qualidade (FNQ). Além das premiadas, o PNQ reconheceu também três empresas finalistas, que alcançaram bons resultados e podem ser consideradas referenciais em muitas práticas de gestão: a Cemig Distribuição, a Rio Grande Energia e a Companhia Energética do Ceará (Coelce). Quatro organizações receberam ainda o Destaque por Critério: a Andrade Gutierrez, como Destaque no critério Estratégias e Planos; a Sabesp Unidade de Negócio Sul, como Destaque no critério Clientes; as Centrais Elétricas do Norte do Brasil Superintendência de Produção Hidráulica CPH (CPH Eletrobras Eletronorte), como Destaque nos critérios Sociedade e Pessoas; e a Ampla Energia e Serviços, como Destaque no critério Sociedade. A cerimônia de entrega da premiação ocorre no dia 8 de dezembro, na Sala São Paulo.
O PNQ chega a mais uma edição reconhecendo empresas que alcançaram elevado nível de maturidade da gestão, graças à implantação de um programa de excelência em gestão: um processo contínuo e permanente de melhoria, que gera resultados concretos para as organizações, destaca o diretor executivo da FNQ, Ricardo Corrêa.
Segundo o presidente do Conselho Curador da FNQ, Mauro Figueiredo, as empresas premiadas apresentam desempenho destacado em todo o conjunto dos Critérios de Excelência da gestão. A conquista é fruto de árduo trabalho, ao longo de anos, de todo o conjunto colaboradores das empresas reconhecidas. Os resultados deste trabalho são amplos e beneficiam sobremaneira as organizações, o setor no qual estão inseridas e toda a sociedade.
O PNQ 2010 recebeu 45 inscrições, das quais 40 foram elegíveis. Dessas, 30 candidatas eram de grande porte; 3 médias; 2 pequenas e 5 sem fins lucrativos. Ao todo, foram 11 do setor industrial e 29 de serviços. Divididas por região, 19 estão situadas no Sudeste; 13 no Sul; 3 no Nordeste; 3 no Centro-Oeste e 2 no Norte. Juntas, as organizações candidatas geram mais de 96 mil empregos.
Do total de participantes, 23 passaram para a etapa de visitação e foram avaliadas pelos examinadores. Nesta edição, a FNQ capacitou cerca de mil voluntários para atuar na Banca Examinadora. Os profissionais capacitados atuaram na seleção das organizações que atendem de forma harmônica e balanceada a todos os Fundamentos da Excelência avaliados por oito critérios (Liderança, Estratégias e Planos, Pessoas, Processos, Clientes, Sociedade, Resultados, Informações e Conhecimento), bem como apresentam excepcionais resultados no desempenho da sua gestão.
Confira os depoimentos das empresas reconhecidas:
Premiadas
O reconhecimento como premiada no PNQ consolida nosso grupo e mostra que alcançamos elevado nível de maturidade na gestão. Tudo isso graças ao engajamento de cada colaborador e à importância dada à gestão. Acredito que estamos no caminho certo do Modelo de Excelência da Gestão e no processo de melhoria contínua, que foi o que levou a empresa a obter os resultados que tem hoje, Antonio Carlos de Oliveira, diretor-geral da AES Sul.
Há seis anos temos trabalhado na melhoria da gestão, envolvendo e conscientizando toda a equipe da relevância de abraçar a causa. Com o reconhecimento do PNQ, quem ganha somos nós, da empresa; o setor elétrico, que se desenvolve a cada ano; e a sociedade, que agradece a qualidade do serviço oferecido, Carlos Márcio Ferreira, presidente da Elektro.
Finalistas
Participamos há 4 anos do PNQ e chegou a hora do reconhecimento. Nada melhor do que isso para mostrar nossa evolução na excelência da gestão, Eugênio Paccelli, da Cemig Distribuição.
Estamos orgulhosos de ter crescido, aperfeiçoado a gestão e ser finalista do PNQ. Nosso desafio agora é melhor cada dia mais para chegar ao topo e ser, enfim, premiada, Abel Alves Rochinha, presidente da Coelce.
Pela segunda vez consecutiva somos finalistas do PNQ. Assim como a RGE, todo o Grupo CPFL adota os critérios de excelência em gestão da FNQ. Nos orgulhamos muito da RGE, que mais uma vez foi reconhecida no prêmio, mostrando nosso trabalho e empenho em prol da excelência da gestão, Wilson Ferreira Jr., presidente da CPFL / RGE.
Destaques por Critério
É a primeira vez que participamos do PNQ e vimos que ainda há um longo caminho pela frente na busca pela melhoria da gestão. Nosso desafio é ainda maior com atuação com diferentes tipos de clientes em toda a América Latina. Mas vamos unir esforços e trabalhar em busca da excelência em gestão, Érico da Gama, diretor de Qualidade da Andrade Gutierrez.
Estamos muito felizes com o reconhecimento e aprendendo, com a ajuda da FNQ, a melhorar cada dia mais nosso trabalho em prol da melhoria da gestão, André Moragas, diretor de Relações Institucionais da Ampla.
Este é o segundo ano em que somos reconhecidos no PNQ e acredito sermos um exemplo para a sociedade de como se pode administrar bem uma empresa pública tanto quanto uma organização privada, Antonio Bechara Pardawill, superintendente da CPH Eletrobras Eletronorte.
É uma satisfação imensa ser destaque no critério Clientes, considerando a necessidade de atender bem nosso 4 milhões de consumidores. O reconhecimento no PNQ é uma grande oportunidade para crescer e melhorar ainda mais nossa gestão, Meunim Rodrigues de Oliveira Jr., da Sabesp Unidade de Negócio Sul.
fonte: www.fnq.org.br
segunda-feira, 22 de novembro de 2010
O DNA dos Profissionais Vencedores
“Doutor, o meu negócio depende de uma coisa só – do freguês, dos meus dois auxiliares e do fluxo de caixa. O resto é o resto!”, respondeu o dono de uma padaria em Poconé, Mato Grosso, ao ser perguntado sobre a causa do seu sucesso. O “padeiro de Poconé” nunca entrou numa escola, nunca aprendeu a departamentalizar o seu negócio. Mas tem uma rara
competência: pensa de forma integrada sobre a essência do seu negócio!
O aprendizado de competências faz movimentos comparáveis aos do coração, de sístoles e diástoles. Em alguns momentos é necessário fazer uma contração (sístole), ou seja, integrar as competências que já temos, às vezes de forma dispersa. Em outros momentos, é preciso expandir (diástole) as suas fronteiras e aprender novas competências.
Primeiro, vamos pensar no movimento da contração, a sístole. A lição do padeiro de Poconé é bastante útil para salientar que existem três competências fundamentais que precisam ser integradas se desejamos ter sucesso em nossas carreiras e em nossos empreendimentos: (1) a gestão de pessoas; (2) a gestão de clientes; e (3) gestão de resultados.
Visualize, leitor, um triângulo: no vértice de cima, o cliente. Nos dois vértices de baixo, um representa as pessoas, o outro os resultados. No centro do triângulo, comprometimento.
Na minha experiência desde meus tempos de executivo, comprometimento é conseqüência da boa gestão de clientes, da boa gestão de pessoas e do foco nos resultados.
Não dá para falar em gestão de pessoas, sem falarmos na gestão de clientes. E vice-versa. Recursos humanos e marketing precisam aprender a andar de mãos dadas e não de costas um para o outro como tem sido a tônica. Quando maximizamos a sinergia de ambos, os resultados aparecem.
Acontece que dividiram o indivisível em três departamentos: o de marketing, o de RH e o de planejamento estratégico. E, infelizmente, vemos especialistas, experts, que só entendem de uma dessas três áreas que, no fundo, não são três. É uma só! E tem prevalecido o lema do “cada macaco no seu galho”. Isso pode até ter funcionado na Era Industrial, mas na Era dos Serviços os vencedores serão aqueles que conseguirem integrar 3 letras – P, C, e R: P de pessoas, C de clientes e R de resultados. Esse é o DNA dos profissionais vencedores.
Sempre nos queixamos dos feudos, dos departamentos, das “ilhas de competência”, que não conseguem se transformar no “arquipélago de excelência” com que sonhamos. Lutamos para integrar nossas equipes.
Mas desconfio que precisamos integrá-las antes na nossa mente. Na forma de pensar. Precisamos unir mentalmente o que nunca deveria ter sido separado. Enquanto pensarmos em departamentos especializados vai ser difícil integrar equipes. Quando mudarmos nossa forma de pensar será mais fácil mudar.
Já falei da sístole, da necessidade de integrar três competências essenciais ao sucesso. Agora vamos falar da necessidade de expandir as fronteiras do conhecimento em cada uma das três competências abaixo:
Precisamos entender que o sonho é a primeira etapa do Planejamento Estratégico. Precisamos valorizar o intangível, o emocional, o desejo, o ilógico que muitas vezes é o que determina o rumo das empresas.
Estratégia não é apenas macro-econometrica, racional, lógica. Grandes empresas que existem hoje como Natura, Embraer, Alpargatas foram fruto de líderes que sonharam de olhos abertos, acordados. Não nasceram grandes. Começaram pequenas, sonharam grande e cresceram rápido.
Precisamos aprender que cliente não é responsabilidade apenas das áreas de marketing, vendas e comercial. É responsabilidade de todos, do porteiro ao presidente. Isso implica na nossa responsabilidade de preparar todos para interagir com os clientes. Infelizmente, muitas empresas perdem clientes porque as áreas de contabilidade, logística, jurídico, produção, etc. não foram preparadas para isso. Por isso criei em 1998 o termo clientividade. Criei uma palavra que não existe porque queria ir além do marketing. Muito além. Clientividade trata de atitudes e posturas. Vai muito além dos 4 Ps do Philip Kotler que fala de produto, preço, promoção e place, mas esqueceu do mais importante, do cliente, que deveria estar no centro do modelo. A clientividade fala do intangível, invisível, daquilo que o freguês não pega, nem vê, mas sente: atitudes!
A terceira diz respeito à necessidade de expandirmos a fronteira do conhecimento sobre liderança. Infelizmente, estamos formando líderes para uma realidade que já não existe mais. Se desejamos construir famílias mais felizes, empresas mais saudáveis e comunidades mais solidárias, precisamos mudar a forma de pensar a liderança, que não é sinônimo de carisma, nem de cargo ou posição social. Liderança não é coisa de uns poucos privilegiados, visionários. Liderança não é coisa de salvadores de empresas nem de salvadores da pátria.
Precisamos de líderes que não se contentam em formar seguidores, formam outros líderes. Não ficam felizes em fazer apenas o combinado, surpreendem pelos resultados. Não se conformam em oferecer empregos, oferecem causas. E não inspiram apenas pelo carisma, mas pelos valores.
E agora, leitor? Pense nas sístoles e diástoles de seu coração e liste quais as competências que você precisa integrar e as que você deve expandir para ampliar suas fronteiras como profissional.
quinta-feira, 11 de novembro de 2010
Dia Mundial da Qualidade
O Dia Mundial da Qualidade foi criado pela Organização das Nações Unidas em 1990 para aumentar a consciência mundial da importante contribuição que a qualidade faz no sentido de uma nação eo crescimento da organização e da prosperidade.
O propósito do Dia Mundial da Qualidade é promover a conscientização da qualidade de todo o mundo e encorajar indivíduos e organizações de crescimento e prosperidade.
Numa economia global onde o sucesso depende da qualidade, inovação e sustentabilidade, World Quality Day é a sua chance de reforçar essas como bases de sua organização e foco na importância da qualidade.
Por que qualidade?
Abordagens da qualidade pode beneficiar a sua organização de várias maneiras:
- melhorar a satisfação do cliente
- reduzir custos e melhorar a rentabilidade
- melhoria e apoio à inovação
- ajudar a identificar e gerenciar riscos
- garantir cuidados e responsabilidade corporativa
segunda-feira, 8 de novembro de 2010
Certificações ISO 9001 superam a marca de um milhão
Os principais destaques da Pesquisa de Certificações ISO – 2009 (ISO Survey 2009) é que a ISO 9001, referência mundial para a gestão da qualidade, superou um milhão de certificações, e que as certificações ISO 22000:2005 para sistemas de gestão de segurança alimentar, e com a norma ISO / IEC 27001:2005 para sistemas de informação de gestão de segurança dispararam.
A ISO comenta na introdução da pesquisa que o aumento de 8% em certificações ISO 9001, em comparação com o aumento de 3% em 2008, “confirma a importância da ISO 9001 nas cadeias de fornecimento globais, sendo ela o modelo pioneiro no qual as normas de sistemas de gestão posteriores foram construídas e floresceram.”
Cadeias de fornecimento seguro de alimentos são uma prioridade global. Certificações ISO 22000:2005 atingiram pelo menos 13.881 certificados em 127 países e economias – um aumento de 69%.
As organizações dão importância crescente a segurança da informação, o que foi demonstrado pelo aumento de 40% na ISO IEC 27001, que chegou a 12.934 certificações em 117 países.
A certificação ISO 9001 (acumulando as versões de 2000 e 2008), que apresenta os requisitos para os sistemas de gestão da qualidade, está agora firmemente estabelecida como a norma globalmente implementada para prestação de garantias sobre a capacidade em satisfazer os requisitos de qualidade e aumentar a satisfação do cliente nas relações fornecedor-cliente.
Até o final de dezembro de 2009, pelo menos 1.064.785 certificados ISO 9001 (2000 e 2008) foram emitidos em 178 países e economias. O total de 2009 representa um aumento de 81.953 (+ 8%) em relação a 2008, quando o total foi de 982.832 em 176 países e economias.
Mais notícias no site da ISO.
www.iso.org.
(Jornal Banas Qualidade)
segunda-feira, 1 de novembro de 2010
ISO 26000 - Responsabilidade Social
segunda-feira, 25 de outubro de 2010
Autoridade e Responsabilidade
Observa-se que muitos perseguem nomeações para cargos e disputam, com ardor, lugares que lhes conferirão autoridade sobre outros.
Contudo, quando assumem postos de comando se esquecem dos objetivos reais para os quais foram ali colocados, passando a agir em seu próprio favor.
Tal posição nos recorda a história de um homem que foi nomeado mandarim, uma espécie de conselheiro na China.
Envaidecido com a nova posição, pensou em mandar confeccionar roupas novas. Seria um grande homem, agora. Importante.
Um amigo lhe recomendou que buscasse um velho sábio, um alfaiate especial que sabia dar a cada cliente o corte perfeito.
Depois de cuidadosamente anotar todas as medidas do novo mandarim, o alfaiate lhe perguntou há quanto tempo ele era mandarim. A informação era importante para que ele pudesse dar o talhe perfeito à roupa.
Ora, perguntou o cliente, o que isso tem a ver com a medida do meu manto?
Paciente, o alfaiate explicou:
A informação é preciosa. É que um mandarim recém-nomeado fica tão deslumbrado com o cargo que anda com o nariz erguido, a cabeça levantada. Nesse caso, preciso fazer a parte da frente maior que a de trás.
Depois de alguns anos, está ocupado com seu trabalho e os transtornos advindos de sua experiência. Torna-se sensato e olha para diante para ver o que vem em sua direção e o que precisa ser feito em seguida. Para esse costuro um manto de modo que fiquem igualadas as partes da frente e a de trás.
Mais tarde, sob o peso dos anos, o corpo está curvado pela idade e pelos trabalhos exaustivos, sem se falar na humildade que adquiriu pela vida de esforços. É o momento de eu fazer o manto com a parte de trás mais longa. Portanto, preciso saber há quanto tempo o senhor está no cargo para que a roupa lhe assente perfeitamente.
O homem saiu da loja pensando muito mais nos motivos que levaram seu amigo a lhe indicar aquele sábio alfaiate, e menos no manto que viera encomendar.
Cargos e funções são sempre responsabilidades que nos são oferecidas pela Divindade para nosso progresso. Não há motivo para vaidade, acreditando-se superior ou melhor que os outros.
Quando Pilatos assegurou a Jesus que tinha o poder de vida e morte, e que em suas mãos estava o destino de Suas horas seguintes, o Mestre alertou-o dizendo: Procurador, a autoridade de que desfrutas não é tua; foi-te concedida e poderá ser-te retirada.
De fato isso veio a acontecer.
Apenas poucos anos após a morte de Jesus, o poder de Roma retirou do Procurador da Judéia, Pôncio Pilatos, toda a autoridade. Ele perdeu o cargo, o prestígio, e tudo que acreditava fosse eterno em suas mãos.
Toda autoridade deve se centralizar no amor e na vida exemplar, a fim de se fazer real.
A autoridade de que nos vejamos investidos deve ser exercida sem jamais ferir a justiça.
No desempenho dos nossos deveres, recordemos que só uma autoridade é soberana: aquela que procede de Deus, por ser a única legítima.
domingo, 17 de outubro de 2010
Aprenda a fazer Networking
O networking mal construído, entretanto, provoca o efeito contrário. Vira “netburning”. Ou seja, queima a imagem profissional. Para você fazer certo o Empregos.com.br conversou com Olavo Henrique Furtado, coordenador de pós-graduação e MBA da Trevisan Escola de Negócios, e com a especialista em treinamentos comportamentais Reginah Araújo, autora de “A arte de pagar micos e King Kongs - como viver sem culpa”. Eles dão as dicas.
1. Não confunda networking com amizade
Networking não é apenas uma conversa entre amigos de áreas similares. Isso não quer dizer que amigos não possam fazer negócios junto. O objetivo do networking, contudo, é proporcionar benefícios profissionais e, consequentemente, pessoais.
2. Faça networking em locais diversos
Congressos, palestras, reuniões com clientes não são os únicos lugares para fazer networking. O relacionamento profissional pode ser edificado em uma mesa de bar, parques ou clubes. Esses encontros também trazem resultados.
3. Esteja prevenido
Se o networking pode ser realizado em múltiplos locais, o profissional deve ficar atento às oportunidades. Portanto, esteja preparado para construir relações com pessoas de interesse comum. Quando for ao cinema, teatro, restaurante não deixe de levar o seu cartão de visita.
4. Mantenha sua rede viva
Acionar sua rede apenas quando está em apuros não é networking, é “netburning”. Se você age desse modo corre o risco de ficar sem emprego e ninguém ficar sabendo. Por isso, mantenha a brasa acesa. Convide os contatos profissionais para um happy hour, cinema, teatro etc.
5. Diversifique seus relacionamentos
Ir sempre aos mesmos eventos todo o ano vira mesmice. É importante frequentar novos lugares que o forcem a conhecer pessoas. Senão sempre encontrará as mesmas caras. Poderá perder oportunidades de negócio por falta de novos contatos.
6. Na internet, escolha a rede certa
Siga pessoas que conhece em redes de cunho profissional - Linkedin, por exemplo - ou voltadas ao público de sua área. Você pode adicionar pessoas por indicação. Nesse caso, sinalize o contato. Cuidado com o que é postado em seu perfil. Evite defender causas contrárias à opinião pública. Isso, certamente, vai queimar o seu filme.
sábado, 2 de outubro de 2010
O Tempo
Estive refletindo a respeito de como usamos o tempo, e no número de vezes que repetimos a frase “não tenho tempo”. Mas a pergunta chave não é “quando terei mais tempo” e sim “quanto tempo mais terei”.
Deixamos projetos pessoais de lado: “Casar, só daqui a uns três anos”, “Não queremos filhos agora”, “Não vou fazer faculdade neste ano”. É claro que a vida precisa de planejamento, mas será que dará tempo de concluir esses projetos?
Negligenciamos o tempo com relação à saúde. Deixamos para ir ao médico apenas quando a manutenção é corretiva, para a preventiva damos pouca importância. Marcamos o check-up para as férias, a dieta para depois do feriado, a caminhada para segunda. Mas será que nossas engrenagens vão esperar?
E a dificuldade que temos em nos reconciliar? Seja com um familiar, amigo ou colega de trabalho que por ventura tenha nos magoado. Às vezes carregamos uma mágoa por tantos anos que no final, nem sabemos mais como a briga começou. Será que teremos tempo pra dizer tudo o que precisa ser dito?
Quantas viagens ficaram para o próximo ano? Aquelas férias maravilhosas, a visita aos parentes de longe que sempre prometemos, mas nunca vamos. A viagem dos sonhos, conhecer a neve, um cruzeiro.
E as roupas e perfumes que compramos para uma ocasião especial? Algumas dessas coisas guardamos por tanto tempo que quando percebemos, nem nos servem mais, saíram de moda ou não fazem mais nosso estilo. E os presentes que ganhamos e nunca abrimos?
Vejo também pessoas que protelam compromissos, sejam reuniões, pagamentos de dívidas, reclamações de consumidor, trocas, devoluções, arquivos. Postergam tanto que a ação perde até o sentido. As datas expiram, o prazo acaba e o conformismo vem.
Conheci profissionais de gestão que gostam de viver a emoção da véspera da auditoria: Trabalham até tarde, no sábado, domingo e feriado, ficam sem dormir, emagrecem. Aí vem a auditoria, depois à vida volta ao normal, mesmo sabendo que depois de seis meses, passarão por tudo novamente. Esses sim “sofrem auditorias”.
Com essa minha reflexão, pensei num plano para aproveitar melhor o tempo:
1 – Para ter mais tempo é preciso saber o que é realmente importante. É preciso priorizar.
2 – Dar mais atenção aos projetos pessoais. Ganhar dinheiro é fundamental, mas não é tudo. Socializar, aprender, passar mais tempo com a família, ouvir os mais velhos, curtir as crianças, o tempo também passará para eles.
3 – Cuidar da saúde física e mental, agora. Encontrar tempo para dormir, para comer, para viver. Como é que você pode cuidar dos outros se não consegue fazer isso consigo mesmo?
4 – Exercer o perdão, sem medo. Pensar em cada mágoa como uma grande e pesada pedra, quanto mais rápido se livrar delas, mais leve será a caminhada.
5 – Viajar mais. Nem que seja para um acampamento do outro lado da cidade. Conhecer pessoas, sair do contexto e relaxar.
6 – Usar tudo o que comprar ou ganhar, sem essa de ocasião especial. Todos os dias podem ser ocasiões especiais, é só querer.
7 – Honrar os compromissos. Só prometer aquilo que realmente pode cumprir, seguir à risca a agenda. A sua consciência ficará bem mais tranqüila.
8 – Trabalhar todos os dias do ano como se fosse a véspera da auditoria. Documentos em dia, assinaturas, registros em ordem, tudo identificado, planos de ação monitorados. Assim você passará por auditorias ao invés de “sofrê-las”.
Não podemos mudar o que já vivemos, mas sempre há meios de fazer do presente um acontecimento único, especial. Um dia de cada vez, é preciso achar tempo para todas as coisas que são importantes: Administrar carreira, amigos, família, saúde, lazer... Não sabemos o dia em que o tempo acabará para nós.









